Seja bem-vindo(a) ao meu Blog. Sou Mário Jorge Lima, e abaixo estão textos meus, apresentados como sermões, palestras, ou simplesmente frutos de minhas reflexões pessoais.

Sou pai dessas 5 moças ao lado, Mariana, Isabela, Júlia, Laura e Luíza, a quem amo mais que a mim mesmo. Quando escrevo sobre assuntos espirituais, quando apresento palestras ou sermões, é primeiramente para elas e pensando nelas que estou escrevendo e falando.

Esses textos, atualizados sempre que eu os crio, e para isso não tenho uma periodicidade definida, são o legado escrito que deixarei a elas, sem erudição, sem proselitismo, sem "filosofismos". São as coisas em que de fato creio e pelas quais hoje vivo. Se Deus me der o tempo e a chance necessários, ainda pretendo escrever um livro com estas reflexões. Se não conseguir, elas estarão pra sempre aqui nesse Blog.

OBS: As palestras são organizadas com as mais recentes sempre no Topo.

Postado em: quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Reflexões Sobre a Graça - 42 - CULPADO? INOCENTE? ATÉ QUANDO?

CULPADO? INOCENTE? ATÉ QUANDO?
07/09/2017

Assisto e leio o noticiário da Lavajato e outros processos, indiciamentos, investigações, suspeitas, delações. O cenário está apodrecido, caótico. E dependendo da nossa simpatia ou posição política, ficamos torcendo pela condenação ou absolvição deste ou daquele.

Mas minha postagem hoje quer apenas usar isso como pano de fundo, para refletir sobre outra situação, também caótica, fazendo um paralelo entre a Justiça dos Homens e a Justiça de Deus.

Na Justiça dos Homens, todos são INOCENTES. Essa situação perdura até que haja provas em contrário. Que provas são essas que podem provar a CULPA do réu?

São resultantes de todo um processo investigatório, demorado, penoso, muitas vezes injusto e cheio de falhas. Seus agentes são juízes e jurados cheios de imperfeições.

Na Justiça de Deus, todos são CULPADOS. Essa situação perdura até que haja provas em contrário. Que provas são essas que podem provar a INOCÊNCIA do réu?

São resultantes de um processo já completado, onde um inocente, absolutamente justo e santo, foi considerado culpado, e transferiu seus méritos perfeitos para um culpado, absolutamente injusto e pecador. Desse modo este pôde ser declarado e tratado como justo e inocente. O agente e promotor desse processo é um Juiz justo, santo, infalível.

Isso é GRAÇA!

Mário Jorge Lima./ /
São Paulo, 07/Setembro/2017.

Autor: Mário Jorge Lima
São Paulo, 07/Setembro/2017.

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso [a salvação pela graça] não vem de vós; é dom de Deus.” Ef. 2:8.