Postado em: sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Reflexões Sobre a Graça - 36 - OBEDIÊNCIA

OBEDIÊNCIA
25/11/2016

Quando tento garantir, melhorar, pagar pela salvação com obediência e boas obras, é como se eu quisesse pagar uma mesma dívida duas vezes. Obediência, boas obras, guarda da lei, tidas assim, configuram nossa justiça, que pra Deus é trapo de imundícia. E o pior é que essa nossa atitude é, na maioria das vezes, inconsciente.

Todo o contexto de obediência e submissão à vontade de Deus, através dos Seus mandamentos, só tem valor para Ele à sombra da obediência perfeita de Cristo Jesus, a qual me é atribuída pela fé, no momento da Justificação.

Não nos iludamos, a obediência é requerida, sim, mas é aceita por Deus apenas como ato voluntário, consciente, racional, e como resultado e fruto do Evangelho, não como retribuição, pagamento ou meio de Salvação. Ou, pior ainda, como ato frio e mecânico, apenas pelo fato de os preceitos da lei terem sido escritos nas táboas de pedra do Sinai por Deus. Se não estiverem escritos no coração, como prescreve a Nova Aliança, nenhum valor haverá em obedecê-los severamente. Isso só irá obscurecer a Graça na nossa vida e fazer aflorar o Legalismo.

Eis a maneira correta de nos submetermos a Deus:

"Sabemos, porém, que a lei é boa, se alguém dela se utiliza de modo legítimo." I Tim. 1:8. ARC.

Mário Jorge Lima./ /
São Paulo, 25/Novembro/2016.

Autor: Mário Jorge Lima
São Paulo, 25/Novembro/2016.

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso [a salvação pela graça] não vem de vós; é dom de Deus.” Ef. 2:8.

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