Postado em: segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

A Renúncia do Papa Bento XVI - Parte II

Uma palavrinha necessária em relação à minha postagem de hoje cedo sobre esse assunto, a qual quero dar com amor cristão e carinho, encerrando assim minha participação. Sem isso não ficaria completa.

Nem todos que divulgam artigos, textos assustadores e escatológicos, são necessariamente alarmistas. Há muita gente sinceramente preocupada em compreender e ter uma posição equilibrada sobre esse fato importante. Eu até acho que a grande massa dos que assim agem são pessoas desejosas de ver Jesus voltar. E não tenho o direito de julgar minhas preocupações e reflexões melhores do que a de quem quer que seja. Isto é, não posso ser arrogante a ponto de achar que os outros são alarmistas e eu sou equilibradamente antenado.

Eu acredito que é a vontade de ver um fim para tudo de ruim que acontece no nosso mundo, é o anseio por rever queridos que se foram levados pela morte, é o desejo de cura física, emocional e espiritual, é a esperança de ver relacionamentos restaurados, é o apavoramento diante da hediondez medonha que nos acompanha diariamente, é a vontade de ver Jesus, que na maioria das vezes nos leva a enxergar além dos fatos reais do noticiário.

E mesmo os alarmistas - e é claro que os há - podem estar sendo, sim, muito honestos em suas reflexões e preocupações. Não sou melhor que eles. Eu sinceramente torceria para que eles estivessem certos e logo pudéssemos ver o Rei em toda Sua glória.

Para ficar espiritual e saudavelmente alertas, basta nos vestirmos da graça de Cristo Jesus e continuarmos nosso serviço de amor, pois o amor lança fora o medo. E ao identificarmos um alarmista irreversível, ao invés de arrogantemente censurá-lo e querermos ensiná-lo, intercedamos por ele.

Grande abraço a todos que leram meu primeiro post e este agora.

Deixo a todos as palavras de um velho e amado hino do antigo Hymnario Adventista (era assim que se escrevia), da primeira metade do século passado, e que dizia:

Em nada ponho a minha fé, senão na graça de Jesus,
No sacrifício remidor, no sangue do bom Redentor.

A minha fé e o meu amor estão firmados no Senhor,
Estão firmados no Senhor.

Se Lhe não posso a face ver, na Sua graça vou viver,
Em cada transe a suportar, sempre hei de nele confiar.

Seu juramento é mui leal, abriga-me no temporal,
Ao vir cercar-me a tentação, é Cristo a minha salvação.

Autor: Mário Jorge Lima

1 comentários:

Amigo Mário, concordo contigo. Por vezes somos levados pela ansiedade do retorno de Jesus e enxergamos o que não existe. Vivemos tempos proféticos não há dúvida. Sem alarmismos, segurando a ansiedade, vamos observando tudo que vai à nossa volta e, com fé aguardemos a volta de Cristo, única solução para este mundo.
Forte abraço.
Luizinho
www.sinaisdostempos.com

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