Seja bem-vindo(a) ao meu Blog. Sou Mário Jorge Lima, e abaixo estão textos meus, apresentados como sermões, palestras, ou simplesmente frutos de minhas reflexões pessoais.

Sou pai dessas 5 moças ao lado, Mariana, Isabela, Júlia, Laura e Luíza, a quem amo mais que a mim mesmo. Quando escrevo sobre assuntos espirituais, quando apresento palestras ou sermões, é primeiramente para elas e pensando nelas que estou escrevendo e falando.

Esses textos, atualizados sempre que eu os crio, e para isso não tenho uma periodicidade definida, são o legado escrito que deixarei a elas, sem erudição, sem proselitismo, sem "filosofismos". São as coisas em que de fato creio e pelas quais hoje vivo. Se Deus me der o tempo e a chance necessários, ainda pretendo escrever um livro com estas reflexões. Se não conseguir, elas estarão pra sempre aqui nesse Blog.

OBS: As palestras são organizadas com as mais recentes sempre no Topo.

Postado em: sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Pérolas Esparsas - 41 - CRISTO VIVE EM MIM!

CRISTO VIVE EM MIM!

05/01/2018

Gosto de refletir sobre a perfeição cristã, o crescimento na graça, o amadurecimento espiritual do crente. E amadurecimento é o termo que mais aprecio, pois ao mesmo tempo em que passa a ideia de ser uma condição possível de ser alcançada, deixa entender também que existe uma luta constante, sendo que há uma vitória a ser conquistada à frente.

Amadurecimento espiritual é procurar mudar a mim mesmo, ao invés de ficar obcecado em mudar os outros.

Amadurecimento espiritual é não procurar a todo instante mostrar o quanto sou bom, quão acertadamente faço tudo e quão altruístas e corretas são as minhas atitudes.

Amadurecimento espiritual é não viver destacando quão certinha é minha vida familiar, profissional, escolar, devocional.

Amadurecimento espiritual é não ficar dizendo quão equilibrada é minha alimentação, quão sóbrio o meu vestuário e quão adequados o meu lazer e relacionamentos.

Amadurecimento espiritual é não achar que minha visão doutrinária e interpretação bíblica, bem como a minha vida eclesiástica e as soluções que vejo para os problemas da comunidade religiosa que frequento, são as únicas que estão de acordo com a verdade que professo.

Amadurecimento espiritual é não achar que minha compreensão do mundo, minhas posições políticas, econômicas, religiosas e minha visão das questões sociais, não necessitam ajustes e correções, bem como atualizações e até mesmo revisões e mudanças.

Amadurecimento espiritual é quando paro de comparar os outros comigo e de ficar buscando ou esperando a aprovação e o louvor dos meus irmãos.

Amadurecimento espiritual é, de uma vez por todas, aceitar que não sou perfeito, mas, que não preciso me render à minha imperfeição, que há vitória em cooperar com Cristo Jesus.

Amadurecimento espiritual é não usar o meu estilo de vida como padrão de comportamento ou régua para medir a vida do meu semelhante.

Amadurecimento espiritual é crer que onde existe a graça salvadora, não existe merecimento de tipo algum.

Amadurecimento espiritual é saber que perdoar não implica em esquecer, não significa que a ferida nunca existiu, mas, significa que ela não controla mais a minha vida e nem me faz sofrer.

Amadurecimento espiritual é não viver uma religião raivosa, condenatória e assustadora, entendendo que Evangelho não precisa ser algo triste e depressivo, mas, cheio de alegria e certeza da salvação.

Amadurecimento espiritual é quando eu quiser chamar o pecado pelo nome, começar pelos meus próprios pecados.

Amadurecimento espiritual é nunca ceder ao impulso de julgar e condenar o meu irmão, sem antes gastar os joelhos em muitos momentos de oração, intercedendo por ele a Deus, com misericórdia no coração e lágrimas na voz.

Amadurecimento espiritual é buscar amar o inimigo, em um tempo em que gostar e até mesmo aceitar os próprios amigos como eles são, se torna difícil e quase impossível pra mim.

Amadurecimento espiritual, enfim, é sentir paz na tempestade. É conseguir dormir no barco, mesmo com o mar absurdamente revolto.

Quando eu conseguir ser e viver assim, estarei, então, começando a trilhar, ainda muito timidamente, o caminho da perfeição e a compreender o que é o viver cristão transformador e santificador.

E quando isso acontecer, não precisarei gritar a todos o que eu sou, o que faço ou o tipo de crente que me tornei. E não precisarei porque, mesmo sem que eu busque isso, como dizia a frase de um velho hino do meu amigo Enio Monteiro, "o mundo saberá que Cristo vive em mim".

Mário Jorge Lima./
São Paulo, 05/Janeiro/2018.

Autor: Mário Jorge Lima
São Paulo, 05/Janeiro/2018.

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso [a salvação pela graça] não vem de vós; é dom de Deus.” Ef. 2:8.

Postado em: quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Reflexões Sobre a Graça - 44 - BOAS OBRAS

BOAS OBRAS
21/12/2017

É claro que as boas obras são parte do cenário do Plano de Salvação. Não há como negar isso. Resta, porém, entender, em que contexto o são.

O texto Paulino que é considerado o verso áureo da Graça na Bíblia, de modo esclarecedor tira as boas obras da função salvífica de "determinantes", mas, as coloca na função de "resultantes" da Salvação. Vejam, uma criança pode compreender isso facilmente:

"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto [a salvação pela graça mediante a fé] não vem de vós, é dom de Deus; NÃO VEM DAS OBRAS, para que ninguém se glorie. Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus PARA AS BOAS OBRAS..." Efe. 2:8-10 (grifo meu).

Obediência (Boas Obras), pois, é fruto do Evangelho, e só acontece depois que aquele que foi salvo da condenação do pecado e justificado pela fé, passa, então, a viver a santificação. E é sempre uma resposta do homem ao grande amor de Deus, nunca uma moeda de troca com Deus na questão da Salvação.

Qualquer entendimento fora disso tira o valor do que Cristo fez por nós no Calvário, e significa salvação por justiça própria..

Mário Jorge Lima./ /
São Paulo, 21/Dezembro/2017.

Autor: Mário Jorge Lima
São Paulo, 21/Dezembro/2017.

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso [a salvação pela graça] não vem de vós; é dom de Deus.” Ef. 2:8.

Postado em: segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

SIONISMO x JUDAÍSMO x SEMITISMO

SIONISMO x JUDAISMO x SEMITISMO

11/12/2017

A propósito das Lições da Escola Sabatina desse trimestre, sobre a carta do apóstolo Paulo aos Romanos, e em especial as lições que discutem os Capítulos 9 a 11, bem como em função das últimas ações e decisões do presidente americano Donald Trump, penso ser interessante fazer esses comentários abaixo. Tenho percebido em várias igrejas por onde tenho andando, incluindo conversas nas Redes Sociais, uma certa confusão a respeito dos termos do título dessa postagem, incluindo os consequentes termos Anti-Sionismo, Anti-Judaísmo e Anti-Semitismo, bem como, sobre o que Israel, biblicamente, representa nos dias de hoje.

Assim, de maneira bem curta e objetiva:

ANTI-SIONISMO — É a oposição política a um nacionalismo expansionista de Israel como Estado. O Anti-Sionismo é exercido principalmente pelos países árabes. É válido e não há nada de ilegalidade aqui, pois como dito, é uma questão política.

ANTI-JUDAÍSMO - É a oposição religiosa e espiritual aos conceitos legalistas e tradicionalistas da religião judaica. O Anti-Judaísmo é exercido principalmente pelo Cristianismo e pelo Islamismo. Também é válido, e não há nada de ilegalidade aqui, pois é um debate religioso, doutrinário, apologético.

ANTI-SEMITISMO - É a oposição total, radical, a tudo que se refere ao povo Judeu, seja como nação, religião ou indivíduos. O Anti-Semitismo normalmente os vê como responsáveis pelas mazelas do mundo e pretende, de algum modo, a sua eliminação. Não é válido e constitui um abjeto e execrável racismo, como tantos outros tipos de preconceito e discriminação que existem no nosso mundo.

E, agora, falando como cristão, não há na Bíblia uma determinação profética de que o antigo povo de Israel, que foi objeto no passado, de uma eleição para o papel de testemunhar ao mundo sobre a verdade e o amor de Jeová, venha a ter novamente essa missão. Não serão restaurados jamais para esse fim. Quando rejeitaram o Messias, esse papel de proclamar as Boas Novas do Evangelho e da Salvação, passou ao Israel espiritual de Deus, do qual nós, os chamados Gentios, fazemos parte.

O apóstolo Paulo, no capítulo 11 de Romanos, faz uma alentada defesa do povo Judeu, e o chama de oliveira ou ramos naturais, enquanto aos Gentios chama de oliveira brava ou ramos enxertados, e ele não aceita que se diga que eles foram rejeitados por Deus. Assim, podemos compreender que como nação de sacerdotes, que tinha um propósito definido a cumprir para Deus, SIM, foram rejeitados. Mas, como indivíduos da melhor qualidade pessoal, pecadores salvos pela graça, NÃO, não foram rejeitados.

Não vamos incorrer no erro crasso de Lutero, que, infelizmente, duas décadas após a grande reforma protestante que empreendeu, manchou sua reputação e biografia, com as atitudes inexplicáveis que tomou e incentivou contra o povo Judeu. Lutero não foi um anti-Sionista ou anti-Judaísta (o que seria aceitável e compreensível), mas, sim um completo e sinistro anti-Semita, chegando a incentivar a destruição das sinagogas e das casas dos judeus e o seu completo extermínio. Os textos que escreveu na época são carregados da mais pura aversão aos judeus. Muito do que Lutero escreveu e disse em seus ataques anti-semitas, serviu posteriormente a Hitler em sua saga sanguinária contra o povo Judeu. Nossos irmãos luteranos reconhecem essa passagem sombria do final da vida de Lutero e até mesmo contam essa história em detalhes em alguns dos seus Sites.

E se você é adventista, e quer saber o que EGW fala a respeito da forma como os Judeus devem ser olhados e considerados por nós, saibam que ela afirmou que, nos últimos dias, o Senhor irá usar Judeus fiéis, que vivem de acordo com a luz que receberam, para ajudar a pregar a mensagem da adoração a Deus. Cliquem nos links abaixo e se informem:

http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/49/397/399/a-obra-em-favor-dos-judeus

http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/5/372/382/a-salvacao-para-os-judeus

http://www.novotempo.com/namiradaverdade/os-judeus-foram-rejeitados-por-deus

Portanto, vamos agir com cuidado e equilíbrio, observando o que é dito e feito no mundo a respeito dessas questões. Pessoalmente, não vejo no que o presidente Donald Trump está fazendo agora, ao reconhecer Jerusalém como a capital oficial do Estado de Israel, nenhum significado profético mais importante, a não ser contribuir para exacerbar ainda mais os conflitos e escaramuças religiosas que acontecem naquela região do mundo, com possíveis resultados funestos para o resto do planeta.

Que possamos, como cristãos, em acordo com o texto bíblico, não assumir posições contrárias ao que as Escrituras propõem, nem enxergar nessas questões coisas que elas não ensinam.

Mário Jorge Lima./
São Paulo, 11/Dezembro/2017.

Autor: Mário Jorge Lima
São Paulo, 11/Dezembro/2017.

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso [a salvação pela graça] não vem de vós; é dom de Deus.” Ef. 2:8.

Postado em: terça-feira, 21 de novembro de 2017

Pérolas Esparsas - 40 - PROCURA-SE O HOMEM DE ROMANOS 7

PROCURA-SE O HOMEM DE ROMANOS 7

21/11/2017

Esta semana procura-se, vivo ou morto, o homem descrito em Romanos 7:5-24, para se saber quem ele é. Não é difícil identificá-lo, basta atermo-nos estritamente ao texto bíblico, que é, por si só, totalmente expositivo.

Paulo está descrevendo didática e corajosamente, como funcionou a sua luta pessoal, do farisaísmo até a confiança plena na graça de Cristo Jesus. Romanos 7:5-24 relata uma saga, a luta do crente no processo de Santificação, de amadurecimento, de crescimento na graça, de conflitos interiores. Essa é uma fase que se inicia imediatamente após a Justificação.

Assim, pelo texto de Paulo fica muito claro e simples entender que esse homem:

1. Já viveu segundo a carne e teve paixões pecaminosas (v.5);

2. Está livre da condenação da lei, portanto, foi justificado (v.6);

3. Tem absoluta consciência do que representa o pecado como quebrantamento da lei de Deus, e vê a morte eterna como salário do pecado (v.7-11);

4. Reconhece a santidade, justiça e o bem que representa a lei de Deus (v.12);

5. Entende toda a malignidade do pecado (v.13);

6. Sabe que a lei é espiritual, mas o homem é carnal e não se submete à lei de Deus (v.14);

7. Conhece a mecânica do mal, como se processa a luta entre o querer e o fazer, e é consciente de que não possui nada de bom em si mesmo. Sabe como é dura a batalha entre a natureza carnal com a qual ele nasceu, e a natureza espiritual que recebeu quando renasceu (v.15-20);

8. Deseja fazer o bem (v.21);

9. Tem prazer na lei de Deus (v.22);

10. Diz que essa lei até mesmo mora na sua mente (v.23);

11. E, em meio à sua luta diária, ainda que algumas vezes clame em perplexidade, ansiando pela libertação "do corpo dessa morte" (v.24), reconhece e agradece a Deus, por meio de Jesus Cristo, a bênção de, mesmo possuindo na carne a natureza pecaminosa, desejar ser submisso inteiramente à lei de Deus (v.25).

Portanto, esse cristão militante, que caminha firmemente para se tornar cristão triunfante, é não somente, Paulo, mas, somos todos nós que estamos "combatendo o bom combate", que mesmo sabendo que possuímos em nossos membros uma "lei do pecado e da morte" e uma "inclinação da carne", que é a nossa natureza pecaminosa (impulso pra pecar), não descansamos nisso. Mesmo sendo imperfeitos, não nos rendemos à nossa imperfeição, mas, corremos "firmemente para o alvo da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus".

É importante lembrar que o pecado-impulso (natureza pecaminosa) não implica que, necessariamente, temos que permitir o pecado-hábito (pecado reinando em nossa vida). Para isso contamos com todo um arsenal bíblico à nossa disposição.

Termino com um pedacinho de um sermão do Pr. Tércio Sarli, em que ele dizia o seguinte:

"Confiar inteiramente em Cristo, esse é o segredo da vida cristã genuína. Viver em comunhão com Deus. Isso é o que nos leva à vida cristã vitoriosa. Não significa que o apóstolo Paulo não tenha tido mais lutas espirituais. Mas, sua compreensão e sua atitude foram diferentes quando amadureceu na fé e no relacionamento com Jesus. Após o capítulo 7, no início do capítulo 8, Paulo descreve sua alegria por ter encontrado em Cristo a certeza de sua salvação. Que essa seja também a nossa experiência, e que junto com Paulo possamos exclamar: Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor."

Mário Jorge Lima./
São Paulo, 21/Novembro/2017.

Autor: Mário Jorge Lima
São Paulo, 21/Novembro/2017.

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso [a salvação pela graça] não vem de vós; é dom de Deus.” Ef. 2:8.

Postado em: quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Reflexões Sobre a Graça - 43 - PECADO

PECADO
09/11/2017

PECADO IMPULSO

Podemos chamá-lo de natureza pecadora. Esse é INEVITÁVEL. Nascemos assim, com natureza depravada, caída, mortal. Mas, não é isso que nos constitui pecadores. Isso é apenas a pecaminosa "inclinação da carne", é o que torna o nosso coração "continuamente mau", que nos impele a pecar, que nos "induz à tentação".

PECADO HÁBITO

Podemos chamá-lo de prática do pecado, um estado continuado de iniquidade. Isso significa ter o "pecado reinando na vida", como determinante de todas as nossas ações. Esse é OPCIONAL. É o ato pecaminoso, e é o que, na prática, nos faz pecadores. Mas, não precisamos permitir que isso aconteça. Em Cristo Jesus temos meios para vencer essa situação, dominá-la e manter isso adormecido em submissão ao poder de Deus.

RESUMINDO

Os dois co-existirão na nossa vida, o IMPULSO e o HÁBITO, a NATUREZA e a PRÁTICA, até Jesus Cristo voltar, e até que, logo em seguida à primeira ressurreição, Ele nos transforme e glorifique para subir a "encontrar o Senhor nas nuvens".

Assim, enquanto isso não ocorrer, não poderemos dizer que somos perfeitos ou que "não temos mais pecado". Mas, podemos dizer "Cristo vive em mim" e que Ele "nos purifica de toda injustiça". Até lá, seremos imperfeitos, sim, mas, sem termos que nos render à nossa imperfeição.

É isso, simples assim, sem sofismas, sem subterfúgios ou dissimulações, é o que a Bíblia nos ensina. Não precisamos nem mesmo ir ao hebraico ou ao grego, pois, se uma criança ou alguém humilde de espírito, não puder entender isso com facilidade, o Evangelho perdeu a sua clareza. O que passa disso, é pura especulação e teologismo, o que por um lado pode ser estressante e legalista, e por outro desmotivador e liberalista.

E antes que alguém se preocupe sobre como será a situação após o encerramento do chamado período de graça, saiba que será exatamente a mesma coisa, com a única diferença de que agora de forma definitiva e com duas classes de pessoas claramente estabelecidas.

Também lembro o seguinte: se, por um lado, estaremos nessa época vivendo à vista de um Deus santo, sem a intercessão de Cristo Jesus junto ao Pai, por outro lado, esse mesmo Jesus estará mais do que nunca bem juntinho de nós, através do ministério e poder do Espírito Santo, pois Ele prometeu que assim seria "até a consumação dos séculos". E isso não é pouca coisa, nem Ele falha com Suas promessas!

Isto entendido, vivamos debaixo das asas da graça de Deus, justificados pela fé, em santificação diária, e sendo já transformados de "glória em glória", possuindo alegria e certeza da salvação unicamente pelos méritos de Cristo Jesus.

OBS: Não citei os textos bíblicos, poucos, simples e conhecidos, mas coloquei suas pequenas frases entre aspas, para estimular você a buscar na Palavra.

Mário Jorge Lima./ /
São Paulo, 09/Novembro/2017.

Autor: Mário Jorge Lima
São Paulo, 09/Novembro/2017.

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso [a salvação pela graça] não vem de vós; é dom de Deus.” Ef. 2:8.